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  • Diversidade, a diferença que nos une.
    Por: House Netbil - Data: 18/12/2017
    Diversidade, a diferença que nos une. - Dezembro

    O tema escolhido para a redação do Enem 2017 foi “educação dos surdos”, tema polêmico e que demonstrou a falta de conhecimento que se tem a respeito desse tema Isso se dá porque as escolas da educação básica trabalham pouco com seus alunos a diversidade “ etnico-cultural”. Primeiro tem-se que tomar consciência, assumir que dentro do ambiente escolar há diversidade, depois saber quais estão presentes. Quando se responde quais, pode-se dizer que todas.Vejam esta lista: diversidade de gênero, crenças religiosas, raça, estado civil, tipos de famílias, idade, educação, habilidades físicas e mentais, orientação sexual, ocupação,  língua, localização geográfica,  deficiências, entre outras.

    Notada toda essa diversidade, é hora de realizar um trabalho que promova a convivência respeitosa de todos os atores da educação. Cabe a escola promover, proteger, defender, difundir tais diferenças. A escola precisa ir além das datas comemorativas para atender toda a diversidade e isso pode ser feito através de danças, cantos, festas, sabendo que o homem não aprende só com a sua inteligência, mas também com todo o seu corpo, sensibilidade, imaginação. Aqui sugere-se que a escola conheça a “pedagogia da expressão”, muito difundida na América latina. Uma atividade possível é a de dividir a turma em 5 grupos, 1 para cada região do País. Num primeiro momento, poder-se-ia trabalhar a culinária característica de cada região, em seguida, os alunos apresentariam o resultado da pesquisa. Após, o professor comporia um caderninho com o fim de socializar tais descobertas. Num outro momento, poderia-se trabalhar as danças, as festas populares, as manifestações religiosas, sendo que, para cada descoberta, um caderno socializador, de forma que todos os grupos tenham um maior conhecimento cultural e passe a respeitar o outro que, sendo diferente dele, não é seu inimigo                                                                                                                            

    Caso o sistema educacional não construa uma relação de viver fraterno,corre-se sempre o perigo de se continuar tendo, o que se vê, atualmente, guerras religiosas, conflitos de raça, intolerãncia . Cabe a todos decidirem, e aqui a escola tem função primordial, que tipo de pessoas se quer deixar para construírem o futuro que já começou.





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